quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

PESQUISA SOBRE O CANAL

NOME:

IDADE:

SEXO:

PAÍS:

CIDADE:

GÊNERO MUSICAL FAVORITO:

COR FAVORITA:

FILME FAVORITO:

QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE O ABORTO:

QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE O CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO:

QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE A LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS:

QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE PENA DE MORTE:

VOCÊ ACREDITA NA TEORIA DA EVOLUÇÃO?:

QUAL O SEU POSICIONAMENTO POLÍTICO:

TEM ALGUMA RELIGIÃO? SE SIM, QUAL:

COMO VOCÊ CONHECEU O DOSSIÊ DO FELIPE:

QUAL O SEU VÍDEO FAVORITO DO CANAL:

POR ONDE VOCÊ ASSISTE OS VÍDEOS DO CANAL? (CELULAR, COMPUTADOR, TV...):

QUAL OUTRO CANAL VOCÊ GOSTARIA QUE FOSSE CONVIDADO PARA UMA PARTICIPAÇÃO NO DOSSIÊ DO FELIPE:

COM QUE FREQUÊNCIA VOCÊ ACESSA O DOSSIÊ DO FELIPE:

QUAL QUADRO DO CANAL VOCÊ GOSTARIA QUE TIVESSE VÍDEOS COM MAIS FREQUÊNCIA:

QUE TIPO DE VÍDEO VOCÊ GOSTARIA DE VER NO CANAL:

VOCÊ COSTUMA LER HISTÓRIAS DE TERROR?:

VOCÊ ACHA QUE EXISTA ALGUM TEMA QUE NÃO DEVA SER ABORDADO NO CANAL POR SER POLÊMICO OU SENSÍVEL DEMAIS? SE SIM, QUAL:

CASO HOUVESSE UM ENCONTRO PARA REUNIR OS INSCRITOS NA SUA CIDADE, VOCÊ IRIA?:

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O Reality Show Mais Bizarro de Todos os Tempos

Se você acha que já viu de tudo se prepare. Nossos amigos japoneses fazem de tudo para mostrar que são um povo a frente de seu tempo, talvez até mesmo a frente de seu planeta. Japoneses não são humanos. São uma espécie além.

Conheça Susunu! Denpa Shonen, o reality show mais bizarro de todos os tempos. Apenas assista o vídeo e tire suas próprias conclusões.


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

O DIA EM QUE EU PERDI UM PEDAÇO DO DEDO

O blog anda meio abandonado porque estive bastante ocupado com o canal. Agora no início do ano vou ter que dar uma pausa forçada em ambos para ficar de repouso devido a um pequeno acidente que tive.

Para curtir essas férias decidi ir até a casa de uns primos em Minas Gerais. Lá passei um ótimo domingo regado a bastante churrasco e banhos de piscina. Ah sim, a piscina... Foi nela que tive a melhor parte do dia e uma das piores partes da vida.

O que aconteceu foi que havia duas piscinas (uma média e uma grande) com uma divisória entre elas. Divisória essa que possuía um pequeno buraco para que a água transitasse de uma piscina a outra. Lá estava eu a me divertir em uma piscina funda o suficiente para me afogar (antes fosse isso que tivesse acontecido, teria dado menos trabalho), então eu transitava de uma lado a outro pulando esta divisória. Talvez se eu tivesse percebido que o buraco ao qual me referia antes tinha um pedaço de cano de aço inoxidável solto isso não tivesse acontecido.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

PRECISO CORRER

O peito bombeava adrenalina para que o coração e os pulmões funcionassem mais rápido – o efeito era o oposto: o oxigênio descia com dificuldade e o coração fazia as veias congestionarem com a velocidade em que o sangue era bombeado. Eu não arriscava olhar para trás fazia mais de meia hora. Lembro-me apenas de correr e correr sem me preocupar com destino. Apenas queria estar longe. Queria sair da prisão que eram aqueles gigantescos troncos marrons-acinzentado que me cercavam. As folhas amarelas no chão se quebravam ao receber meus passos furiosos. Eu não sentia mais seu bafo quente, tampouco o som que fazia ao cortar o ar atrás de mim.

Enquanto corro pergunto a mim mesmo se eles estavam realmente mortos. Eu não tive tempo de conferir. Lembro apenas dos corpos jazendo em poças de sangue que caminhavam lentamente em direção a fogueira apagada. Nossas barracas estavam destruídas e as roupas espalhadas por todo canto. Talvez eu tenha alucinado, mas eu tenho quase certeza deter ouvido Mariana gritar meu nome. Ela deve ter pedido minha ajuda, deitada, imóvel, assustada com aquela coisa pairando centímetros acima dela esperando o momento certo para devorá-la. Eu espero que tenha sido uma alucinação. Pelo bem da minha sanidade, tem que ter sido uma alucinação.

Mesmo que eu não a veja, aquela coisa que o guia – o mesmo que nos indicou esta maldita trilha – chamava de Boitatá deve estar a poucos metros de me alcançar. Com seus olhos esbugalhados e ardendo em chamas amarelas, com sua cauda abrasadora preste a me consumir. Que esteja. Por enquanto eu só preciso correr. Correr sem parar.

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Post Scriptum:
Este conto foi escrito para um projeto pessoal de escrita criativa. Em suma, alguém me estipulou um tema e/ou um prazo. A ideia é escrever sem pensar; sentar na frente do computador e deixar a história se escrever sozinha.
Este conto foi escrito em 30 minutos e o temas era mitologia brasileira.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Um dos vídeos mais assustadores de 2014

Não me pergunte o que está acontecendo. Só sei que esse muçumano encontrou uma velha corcunda demoníaca e eu consegui sentir o cagaço dele daqui.